Festival de Arte e Comunicação(FAC): Rock uma viagem no tempo


No abraço dos imigrantes o refúgio de um país

Quem, que nasceu a partir da década de 1950 já não dançou ou curtiu um rock, tocando uma guitarra imaginária? O rock é um estilo musical difícil de explicar.

A música empolga, comove, vibra. Nasceu com um ritmo dançante, descontraído, misturando diferentes estilos musicais, e foi batizado de Rock and Roll. Nos tempos da brilhantina, esse tal de Rock and Roll fazia com que moças e rapazes dançassem com o vigor e a alegria das crianças.

Guitarras elétricas, baterias e baixos chegaram para contrapor o som que vinha de pianos, saxofones, violinos, trompetes. Chuck Berry, Elvis Presley, Bill Haley e seus cometas eram os astros do rock que chegaram para dividir lugar com as estrelas da canção.

Um dia quatro jovens roqueiros atravessaram as ruas de Liverpool, na Inglaterra, para conquistar o mundo. Pedras rolaram. E o rock, progressivo e marcante, veio para ficar. No Brasil, não poderia ser diferente, e uma legião urbana também abraçou o rock.

Hoje o tempo voa, escorre pelas mãos, enquanto a guitarra gentilmente chora. Mas o bom e velho rock ainda está na rua, na esquina. Às vezes é um pacato cidadão que anda meio desligado, às vezes é exagerado, sem aquela velha opinião formada sobre tudo.

O rock é difícil de explicar. Ouça o que os astros do FAC irão apresentar. Divirta-se! Talvez você se pegue tocando uma guitarra imaginária.

Seja bem-vindo, bem-vinda!

Texto de Sandra Miessa

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