Laboratório de Ciências: atividades ajudam na compreensão de conceitos e despertam a curiosidade


No Laboratório de Ciências do Colégio Objetivo, os alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental aprendem na prática com experimentos, testes e análises a investigar, observar, levantar hipóteses, experimentar e explicar por meio de leis ou teorias.

Nas aulas, os alunos têm sua curiosidade instigada. Eles aperfeiçoam e ampliam o conhecimento por meio de atividades que ajudam na compreensão de conceitos científicos e despertam o interesse na observação dos fenômenos estudados. Além disso, os alunos têm a oportunidade de interagir e participar da montagem de instrumentos com os quais normalmente não têm contato nas aulas teóricas.

“As atividades são muito diversificadas. Em algumas, usamos material específico, como vidraria, microscópio e outros equipamentos típicos de laboratório, mas em muitos casos utilizamos materiais que qualquer aluno tem em casa. Queremos que os alunos aprendam na prática o que foi estudado em sala de aula”, explica José Alencar, coordenador de Ciências do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental.

Munidos com blocos de anotações e caderno de atividades, eles analisam e avaliam todos os resultados. 
Identificação de ácidos e bases, observação de tecidos e dissecação de miúdos de aves e peixes fazem parte de algumas das aulas que auxiliam nos estudos da disciplina. Mas tem muito mais.

No Laboratório, por exemplo, foi proposto o estudo das unidades de medidas. Os alunos do 9º ano aprenderam a comparar unidades de medidas que utilizam o corpo humano como referência para a grandeza e o comprimento.

“Os egípcios, para a construção das pirâmides, utilizaram essa unidade: o côvado. A medida entre o cotovelo e o dedo médio do Faraó era a que valia”, comenta a aluna Maria Eduarda Sanches.

Na aula sobre cadeia e teia alimentar, ministrada para a turma do 6º ano, os alunos foram divididos em grupos: produtor, consumidor, primário, secundário, terciário e decompositor.  “A proposta foi que eles observassem como a falta de uma espécie interfere no fluxo de energia de todo o ecossistema”, ressalta a professora Angela Noronha.

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